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Público do Planeta Terra promove desfile de tatuagens no festival

Público apresentou criatividade com as escolhas de tatuagens. Foto: Edson Lopes Jr./Terra

Público apresentou criatividade com as escolhas de tatuagens

Foto: Edson Lopes Jr./Terra

FÁBIO SANTOS Direto de São Paulo

A plateia do Planeta Terra é conhecida pelo estilo, tanto nas roupas como nas mais variadas tatuagens pelo corpo. No festival deste ano, homens e mulheres chegaram exibindo esse tipo de arte corporal, apesar da chuva que caia nas primeiras horas do evento. Entre os tatuados está a jovem Letícia Scttelmayer, 21 anos, que tem como objetivo fechar todo o corpo com os desenhos.

A primeira veio aos 13 anos, na região do ombro. Depois dessa, ela disse que a tatuagem virou o seu vício. “Eu já perdi a conta de quantas tatuagens eu fiz. Essa da região do ombro foi a primeira, mas agora já estou quase fechando os dois braços e pretendo continuar. Só não vou tatuar o rosto”, disse.

Com um estilo mais discreto, Stephanie Antonoff optou por fazer pequenas tatuagens em homenagem à Rússia, já que a sua mãe nasceu naquele País. Na costela, ela tatuou uma cruz ortodoxa Russa e, nos braços, ela fez duas inscrições na língua do país natal da sua família. “São duas inscrições em russo, mas eu não posso dizer o que significa, senão perde a magia”, brincou.

Designer Profissional, Aline Ambrósio, 23 anos, optou por desenhar as suas duas tatuagens nas coxas. Com muita cor, cada uma delas precisou de três longas sessões para ficar pronta. “Como eu sou designer, resolvi desenhar o que iria tatuar nas coxas e acho que ficou muito legal”, falou. Aliás, tatuagens nas coxas estão em alta no Planeta Terra. A estudante Marcela Ferrarezi, 19 anos, resolveu tatuar uma coruja em uma das pernas e um laço na outra, além de uma tatuagem na costela que ela não quis mostrar. “Gosto muito das minhas tatuagens, combinam comigo. A que eu mais gosto é a da coruja, pois significa sabedoria”, falou.

Também fã de animais, a bancária Juliana Rasmussen, 32 anos, resolveu homenagear os gatos. “Eu amo felinos e amo os meus gatos, por isso fiz nos meus pulsos”, falou.

Transmissão
Com dois sinais simultâneos, um no Sonora Main Stage e outro no Claro Indie Stage, os internautas assistiram aos 13 shows do Planeta Terra Festival 2012, ao vivo do Jockey Club de São Paulo, inclusive por tablets, smartphones e TVs conectadas. A transmissão do Terra, maior empresa latino-americana de mídia digital, foi feita para todo o País em HD (ou padrão standard, a depender da velocidade de banda do internauta) e teve duração de aproximadamente 11 horas, a partir das 13h. O evento contou com 12 câmeras, incluindo duas microcâmeras instaladas em cima dos palcos e duas gruas, uma para cada, para a exibição de todos os detalhes dos shows.

Para os que gostam: Conheçam algumas das tattoos de Avril Lavigne

avril-lavigne-tatuagem

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Essa é a tatuagem mais famosa e copiada por fãs da Avril. A estrela no pulso esquerdo foi feita no começo da carreira e remete ao álbum “Let Go”. A cantora fez esta tatuagem juntamente a Ben Moody, ex-guitarrista da banda Evanescence.O roqueiro co-escreveu a canção “Nobody’s Home”, contida no álbum Under My Skin de Lavigne.

Foi feita em abril de 2008 também com uma amiga, Allie. A estrela perto do pulso era azul e posteriormente foi preenchida de preto.

No antebraço direito fez outra tatuagem. Dessa vez junto com seu ex namorado, o modelo Brody Jenner. Significa o número vinte e cinco em letras romanas,e, por coincidência ou não, foi feita aos 25 anos da cantora contudo o significado ainda não foi confirmado.

Avril Lavigne revelou que esta é a sua palavra preferida e não tem medo de a usar (algo que pelos vistos está constantemente a fazer!). Brody Jenner tem a mesma tatuagem e ambas foram feitas no Verão de 2010.

Seu apelido na infância e o nome de sua marca de roupas, Avril tatuou ‘Abbey Dawn’ no antebraço esquerdo.

Mesmo após o divórcio, esta tatuagem foi feita no pulso direito de ambos Avril e Deryck.

Em março de 2010, Avril e Deryck tatuaram o “30″ no pulso esquerdo em comemoração aos 30 anos do cantor.Avril disse à respeito: “Nós celebramos o aniversário de 30 anos dele. Foi uma grande coisa e eu estava tipo,

‘vamos fazer 30 tattoos. Eu faço se você fizer!’”

Tatuagem feita recentemente. Avril resolveu tatuar as palavras “Fuck You” no dedo médio da sua mão direita.

Esta é a tattoo mais recente da cantora. Foi vista pela primeira vez em junho de 2012, em uma viagem que fez com o atual namorado para Paris.  Em português a frase quer dizer, “A vida em rosa”.

Avril também tem outras tatuagens bem pequenas em espalhadas pelo corpo.

Qual vocês teriam coragem de fazer? Comentem!

Fonte: depoisdosquinze.com

Aos que se aventuram: Perigos em tatuagens de henna

NESSE ARTIGO CONTÉM FOTOS FORTES DAS TATUAGENS DE HENNA, AOS QUE GOSTARIAM DE VER OS RESULTADOS CATASTRÓFICOS ACESSEM O LINK : http://www.entrecoisas.com.br/2012/10/perigos-em-tatuagens-de-henna.html
Tatuagens de Henna são bonitas, criativas e temporárias. Muitas vezes em eventos, festivais e mesmo nas praias,encontramos alguns estandes, ou ambulantes oferecendo-se para aplicar as tattoos de henna por preços bem módicos. Fica praticamente impossível resistir a ter uma linda tatuagem tribal temporária, seja no pulso, perna, pescoço ou cóccix.
Infelizmente um produto aparentemente inofensivo como a henna pode causar alergias e queimaduras na pele. Saiba os motivos, e como evitar os perigos das tatuagens temporárias de Henna.

Henna é um corante extraído da casca e das folhas secas de uma planta chamada Lawsonia inermis. Possui cor avermelhada, próxima a cor de ferrugem. Utilizada como corante de cabelos e muito difundida e utilizada na Índia como tatuagem temporária há milênios. Há indícios de múmias egípcias que utilizavam a henna como sinal de status.

Tatuagem de henna original e não tóxica, na cor vermelho ferrugem.
Mas se a henna é tão comumente usada nos países do oriente, porque ela pode causar queimaduras e alergias? A resposta é simples. A adição de produtos químicos para dar coloração negra à henna são extremamente tóxicos.
Um desses produtos é a Parafenilenodiamina: que ao ser misturada a henna proporciona uma secagem mais rápida, uma coloração mais intensa e uma maior definição do desenho da tatuagem.
Caso gravíssimo de Dermatite de contato alérgica caudada por uso de tatuagem henna aditivida com produtos tóxicos para dar coloração negra.
A Parafenilenodiamina  é utilizado em tinturas de cabelo, mas não pode ultrapassar de 6% do total do produto e mesmo assim há relatos de queimaduras e alergias. Nas tintas de henna, por não haver um controle, essa proporção pode chegar a incríveis 15%, o que potencializa em muito a toxidade do produto.A reação de Dermatite de contato alérgica  causado pela Parafenilenodiamina, não ocorre normalmente na primeira utilização, é preciso ocorrer uma sensibilização ao produto através de seguidas aplicações no mesmo local. ( não quer dizer que não possa ocorrer já na primeira vez em que se faz a tatuagem de henna ).

As imagens mostram as marcas deixadas pela dermatite de contato decorrentes da tinta usada nas tatuagens de henna
Foto: Ilustração NE10Os sintomas começam com uma leve coceira, podendo evoluir para um alto relevo do desenho, em forma de inchaço, obedecendo o traçado do desenho. Em seu estado mais crítico podem ocorrer bolhas e erupções cutâneas.A cura para essas queimaduras se dá com a remoção dos pigmentos do corante de henna e com o auxílio de pomadas especificadas por um dermatologista.

Com a sensibilização do indivíduo, podem ocorrer efeitos colaterais, posteriores e sem aparente explicações ao se utilizar determinados remédios e produtos tais como :
– Protetores solares contendo o ácido para-aminobenzóido.
– Remédios que contenham sulfa.
– Remédios para diabetes pertencentes à família de sulfoniluréias.
– Anestésicos locais do grupo de benzocaína.
– Remédios antiinflamatórios do grupo “Celecoxib”.

Mas e então, o que fazer para poder utilizar tatuagem de henna com segurança? Simples. Fuja de hennas negras. Só adquira corante de henna natural cor-de-ferrugem sem aditivos químicos. E caso queira uma segurança maior, procure um tatuador de confiança, com o selo de Vigilância sanitária em dia. Certamente um tatuador estabelecido e conceituado usará sempre os produtos mais adequados e longe de aditivos químicos mais perigosos.

Fonte: Estimulanet Tatoo, NE10

SESC DO CARMO recebe: “Sobre a pele da cidade” explora o universo da tatuagem

“Sobre a pele da cidade” explora o universo da tatuagem

Através de imagens de personagens tatuados clicados em cidades como São Paulo, Bogotá e Barcelona, a fotógrafa Bia Ferrer procura mostrar diversidade de estilos e cores. A mostra “Sobre a Pele da Cidade” fica no Sesc Carmo até o fim de outubro com entrada gratuita. Nela, a tatuagem é mostrada também como forma de manifestação urbana, cultural, política e social.

Sobre a Pele da Cidade - Bia Ferrer

Sobre a Pele da Cidade – Bia Ferrer

A exposição tem dois ambientes. O primeiro, chamado de Authentic Portrait (Retratos Autênticos), mostra o registro de pessoas que circulam em grandes centros urbanos. As 103 imagens trabalhadas em mosaico ficam à mostra na fachada do Sesc. Os estilos, as tatuagens e as cores revelam as semelhanças entre os jovens.

O segundo, True Love (Amor Verdadeiro) é um ensaio fotográfico em estúdio. Está exposto na Sala de Internet Livre, com dez painéis em preto e branco com a proposta de destacar o lado artístico da tatuagem.

O que: Sobre a pele da cidade
Onde: Sesc Carmo – Rua do Carmo, 147, Centro – São Paulo (SP)
Quando: De 17 de setembro a 31 de outubro, de segunda a sexta, das 9h às 20h
Quanto: Entrada gratuita
Contato: (11) 3111-7000

 

Juiz pode fazer tatuagem e trabalhar normalmente

Juiz tatuado bate martelo para falsos moralismos!

juiz pode se tatuar

Por Adriano Rodrigo Ponce de Oliveira

Não faz muito tempo que resolvi fazer tatuagens. Não foi uma decisão difícil não, pois achava legal e concluí que não havia, como de fato não há, impedimento algum. Eu queria também provar para mim mesmo que tinha me livrado de uma pitada de preconceito que tinha na época da atividade policial. E talvez ajudasse outras pessoas a desmistificarem certas impressões…

Geralmente a primeira reação de quem toma ciência das “tatoos” é a de surpresa. Afinal, há algum tempo não se cogitava que um magistrado fosse tatuado. Aliás, a sociedade, de maneira geral, atrelava a tatuagem ao delinquente.

O preconceito e a discriminação contra os tatuados estão sendo gradativamente reduzidos. A prática se difundiu e as pessoas estão se acostumando com as tatuagens e se convencendo de que não passam de adornos.

Eu mesmo me perguntei, no dia seguinte ao do início do desenho: será que quem me avistar na rua vai pensar que eu não presto só por causa da tatuagem? Será que ontem eu era pessoa de bem, cumpridora dos deveres, e hoje, apenas por conta do desenho, já não tenho valor algum, já não sou digno de respeito e confiança? Pior que para alguns é exatamente isso…

O grande problema é que as pessoas firmam convicções sobre outras mais pela aparência do que pelo caráter. E é por isso que estelionatários bem trajados e articulados fazem a festa!

Recentemente um candidato ao cargo de soldado PM 2ª Classe foi reprovado porque a tatuagem era maior do que a permitida pelo edital e o tribunal paulista o reintegrou ao concurso (Apelação nº 0030009-93.2010.8.26.001). O mesmo Tribunal condenou quem fez tatuagem em menor de 18 anos sem consentimento dos pais pela prática de lesão corporal grave pela deformidade permanente (Processo 0008522-88.2009.8.26.0070). Mas o objetivo aqui não é estimular ninguém a se tatuar ou alertar para os riscos, pois cada um tem seu livre arbítrio e sabe se poderá ou não sofrer prejuízo, especialmente no campo profissional. Quero apenas relatar situações curiosas que já vivenciei em audiências.

Certa vez, ouvindo um usuário de drogas, queria saber dele se tinha adquirido maconha do réu acusado de tráfico. Ele confirmou. Eu perguntei se tinha sido a única vez e ele respondeu afirmativamente. E assim prosseguimos dialogando: Mas você já sabia que ele vendia? Não, senhor! Ele ofereceu? Também não. Mas então como é que a compra se consumou? Doutor, eu estava na fissura. Entrei num bar e avistei quatro “caras” sem camisa, todos tatuados, e logo pensei: esses caras devem vender o bagulho! Com a insinuação, por parte do próprio usuário, de que só pelo fato de ostentar tatuagens (inclusive no mesmo local em que tenho a minha), os indivíduos poderiam ser traficantes, o escrevente e o promotor discretamente sorriram para mim. Surpreendido com o raciocínio do dependente, respirei fundo para não rir e prossegui, prevendo que na minha carreira ainda enfrentaria momentos hilários por conta das tatuagens. Encerrada a audiência, diante apenas dos servidores, eu refleti: será que algum dia alguém vai perguntar para mim se eu vendo o “bagulho”? A risada foi geral…

Noutra oportunidade um réu acusado de estelionato lamentou muito por ter voltado a infringir a lei. Confesso, ele fez de tudo para demonstrar arrependimento e tradicionalmente pedir uma nova oportunidade para voltar ao convívio social. Ao final, suplicou: “Meritíssimo, só espero que me dê uma chance e que não me julgue pelas tatuagens que tenho pelo corpo!”. O mesmo escrevente e o mesmo promotor olharam para mim e aguardaram a minha reação. Não tive dúvida: fiquei de pé, exibi a tatuagem até então escondida sob a camisa e acalmei o interrogando: “fique tranquilo rapaz, só pelo fato de ser tatuado você não será condenado não”… Ninguém esperava que eu pudesse fazer aquilo. Mas a minha atitude reduziu a tensão e quem estava presente, ao mesmo tempo em que ficou surpreso, reagiu positivamente. Fiquei sabendo até que a advogada depois elogiou a minha postura…

Em outras oportunidades nas quais criminosos foram reconhecidos pelas vítimas e testemunhas principalmente por causa de tatuagens identificadoras, também tive de me controlar porque achei graça dos meus colegas de trabalho, que não perdem a oportunidade de fazer seus comentários bem-humorados sobre o elo que ainda existe entre a tatuagem e o mundo do crime, tudo para me provocar.

O fato é que além de eu ter feito o que desejava sem me preocupar com julgamento alheio (mesmo porque não prejudicaria ninguém), parece que ainda me divertirei bastante com isso tudo…

 

 

Mais! A história da tatuagem, as técnicas e os adeptos são tema da exposição “Na Pele”, na Galeria Olido

A primeira máquina elétrica de tatuar chegou ao Brasil nos 60, via Porto de Santos. Naquela época, a tatuagem era uma arte marginal e mal vista – “coisa de vagabundo”, como diziam. Hoje, ainda existe um resquício de preconceito, embora os tatuados sejam muitos e de muitas tribos. Tal percurso, do underground ao mainstream, é retratado na exposição “Na Pele – Grupos que Comunicam e se Identificam pela Tatuagem”, na Galeria Olido

A atriz Mel Lisboa mostra suas tatuagens. A imagem integra a exposição Na Pele, na Galeria Olido

A história da tatuagem é contada por meio de fotografias antigas, objetos e documentários, com destaque para os desenhos e as técnicas utilizadas ao longo das décadas. Para explorar a singularidade de cada registro, a galeria exibe fotos gigantes e depoimentos em vídeo de famosos e anônimos.

O corpo desenhado de Mel Lisboa divide a parede com a criptografia exibida no corpo do rapperDexter, que representa o universo da tatuagem no cárcere. Alex Atala é fotografado no primeiro estúdio de tatuagem do Brasil, ao lado do pioneiro italiano Marco Leoni. Dudu Braga revela ao público a tatuagem que ele, cego desde os 22 anos, nunca viu, enquanto o comediante Rafinha Bastos exibe sua tribal. Também contam seus “causos” o pessoal do Pavilhão 9, o chef Checho Gonzales, o lutador de MMA Karim Aun, entre outros.

À esq., registro dos primórdios da tatuagem; à dir., Alex Atala e seu corpo desenhado

No meio de tanta informação visual, ainda há espaço para uma videoinstalação que exibe o documentário “O Brasil tatuado”, de Sebastião Braga. O filme reúne depoimentos de precursores como Claudia Macá, a primeira tatuadora do Brasil, e a história do surfista Petit, o “Menino do Rio” de Caetano Veloso, que viajou do Rio de Janeiro a Santos para se tatuar.

Tatuar pra quê?
Modismo, vaidade, protesto, idolatria, filosofia ou identidade? O que rege a vontade de fazer uma tatuagem? Para tentar responder, escritores, antropólogos e psicólogos se reúnem em dois debates que acontecem durante a exposição.

Anônimas como a hostess Lekka Glam e a empresária Flávia Ceccato também exibem suas tatuagens na exposição

Quem quiser interagir, poderá deixar sua “tatuagem” registrada em um manequim. Os desenhos serão fotografados e incorporados à exposição. A curadoria fica a cargo do tatuador Paulo Tattoo e do videomaker Ricardo Vidal.

Serviço
Galeria Olido – Av. São João, 473, República
Tel.: 11 3331 8399
Diariamente, das 12h às 21h30
Até 14 de dezembro
Grátis